Vela
ensanguentada
Solar
Sela
a insuspeitada
Dor. Lá
a bela
e calada
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
O que somos senão o resultado de nossos erros colossais somadas as consequências? Eu não compreendo as pessoas, porque não compreendo a mim mesma. Não sei acertar com precisão se estou bem ou se estou mal. O que me faz mal pode ser o que me deixa bem. E se não sei o que me deixa bem, não sei viver, se viver é estar bem. A vida deve ser algo além de estar bem. Porque se vive na dor também. E não sei levar não estando na dor. A dor soma, a dor salva. A dor me leva. E levanta.
Produzo caos, no caos racho e descubro os padrões pra fugir deles, assim subtraio e essa equação é linda, vívida.
Produzo caos, no caos racho e descubro os padrões pra fugir deles, assim subtraio e essa equação é linda, vívida.
Mas se fujo dos padrões, descubro o meu padrão, um ciclo de euforia e solidão. Se é discernimento, duvido. Dou de cara no discernimento, rio dele! Mas não compreendo se essa equação leva a algum lugar, estou presa nela, sem vê la, sem reflexo, sem grandes ângulos. Como aquele quadrado perfeito que lhe parece perfeito até algum resultado dizer que não era quadrado, era quase isso, mas parecia perfeito antes do reparo. Mais um gole e volta a ser perfeito.
A perfeição da queda, da energia contra, do ninar da força gravitacional. Reparo na beleza de um erro colossal vindo ao meu encontro, no uníssono da mente. Um ruído que acorda meus sentidos. Antes o ruído que acorda do que o silêncio que apaga. Antes o caos! Irresistível ruído.
A perfeição da queda, da energia contra, do ninar da força gravitacional. Reparo na beleza de um erro colossal vindo ao meu encontro, no uníssono da mente. Um ruído que acorda meus sentidos. Antes o ruído que acorda do que o silêncio que apaga. Antes o caos! Irresistível ruído.
terça-feira, 26 de julho de 2016
domingo, 24 de julho de 2016
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