Produzo caos, no caos racho e descubro os padrões pra fugir deles, assim subtraio e essa equação é linda, vívida.
Mas se fujo dos padrões, descubro o meu padrão, um ciclo de euforia e solidão. Se é discernimento, duvido. Dou de cara no discernimento, rio dele! Mas não compreendo se essa equação leva a algum lugar, estou presa nela, sem vê la, sem reflexo, sem grandes ângulos. Como aquele quadrado perfeito que lhe parece perfeito até algum resultado dizer que não era quadrado, era quase isso, mas parecia perfeito antes do reparo. Mais um gole e volta a ser perfeito.
A perfeição da queda, da energia contra, do ninar da força gravitacional. Reparo na beleza de um erro colossal vindo ao meu encontro, no uníssono da mente. Um ruído que acorda meus sentidos. Antes o ruído que acorda do que o silêncio que apaga. Antes o caos! Irresistível ruído.
A perfeição da queda, da energia contra, do ninar da força gravitacional. Reparo na beleza de um erro colossal vindo ao meu encontro, no uníssono da mente. Um ruído que acorda meus sentidos. Antes o ruído que acorda do que o silêncio que apaga. Antes o caos! Irresistível ruído.